A cordless telephone (telefone sem fio) is an electronic telephone that comprises of a wireless handset and a base unit. Communication is carried out between the handset and the base using radio waves. The wireless handset can be operated only within a fixed range from its base unit. The range of operation is generally within 100 meters. The base unit needs electricity to power it. Batteries are used to power the cordless handset. Placing the cordless handset in the cradle in the base unit recharges these batteries. A period of 12 to 24 hours is required for recharging the batteries.
With features like cell handover, data transfer and international roaming (on a limited scale), the once clear-cut line between mobile telephones and cordless telephones (telefone sem fio) has now been blended by the modern cordless telephone standards.
Frequency bands have been assigned in each country for cordless telephones (telefone sem fio). Advertisements by manufacturers claiming that there is an improvement in audio range and quality with higher frequency are a common sight. But that is not the case. Actually, higher frequencies have been seen to exhibit worse propagation in ideal case. There is also a tendency for the path loss to increase with higher frequencies. Locally varying factors such as antenna quality, signal strength, the modulation method being used and interference are more influential than other factors.
With Landline telephones working on a bandwidth of about 3.6 kHz (a small fraction of the frequency that a human ear can interpret), the transfer of audio is carried out with an audio quality that is just enough for the parties to communicate each other. Because of this limitation in the design of the phone system itself, it is not possible to improve the audio quality beyond a particular limit in cordless telephones.
Most of the good-quality cordless telephones (telefone sem fio) try transferring the audio signal with lowest possible interference and greatest possible range. Even the best of the cordless telephones fail to match the audio quality that a high quality phone wired to a good telephone line provides.
Sidetone (echo of voice heard in the speaker of the receiver), disturbing constant background noise that is due to the cordless system, and inability to obtain a full frequency response that is available in a wired phone are few of the reasons for a not-so-good audio quality. Rare exceptions, obviously, always exist that sound unbelievably similar to a wired telephone. But even these are considered as `fluke` by most industry standards.
Higher frequency is now being used in other home products like the microwave oven, Baby monitor, Bluetooth, wireless LAN, etc. Thus, cordless telephones (telefone sem fio) using higher frequency may face interference from signals from these devices.
Eavesdropping is a constant security threat for analog telephones. Any one with a radio scanner and within range can pick up these signals and listen to conversations. Modern digital technology is thus being used to take care of this kind of unauthorized access.
DSS (Digital Spread Spectrum) makes use of frequency hopping, i.e. spreading up of audio signal over a wider range in a pseudorandom fashion. DSS signal sounds like noise bursts to a radio scanner or any other analog receiver. This signal makes sense only to that base unit which has the same pseudorandom number generator as the cordless handset. Each time the cordless handset is returned to its cradle, a new unique generator is chosen from thousands of options.
DSS generates a signal spread that leads to a kind of redundancy, which gives rise to increased signal-to-noise ratio. It also leads to increase in signal range and decreases interference susceptibility. It is easier to use this kind of wide-bandwidth security option with higher frequency.
Seguindo a estratégia de espalhar o seu novo sistema operacional móvel, a Microsoft está incluindo mais 35 países no mapa do Windows Phone 7, entre eles o Brasil. Ontem o produto foi apresentado oficialmente por aqui, chegando às lojas nos próximos meses a versão mais atualizada do sistema, o Mango.
Mango significa “manga” em inglês, a fruta — e segundo brinca o pessoal da Microsoft, é mais doce que a maçã…
O novo sistema ainda está em processo de finalização para o português brasileiro. Não se trata apenas de traduzir o sistema, mas adaptar teclado, dicionários, previsores de texto, preferências numéricas de data, calendário, moeda etc. Oferecerão os aparelhos os suspeitos de sempre, como HTC, Samsung, LG, e em breve, outras empresas nem tão tradicionais em smartphones, como a Acer. A meta da Microsoft é chegar em 2015 como o 2o sistema operacional mais popular no mundo, tendo o Brasil como um de seus maiores mercados.
Os “defeitos” mais sérios da primeira versão do Windows Phone 7, que já critiquei bastante, foram consertados. Sem dúvida, agora com multitarefa e copiar/colar, temos em mãos um aparelho bem mais produtivo. E competitivo!
Já tive em mãos o HTC Trophy por 15 dias. Era bem durante uma de minhas internações, e fiquei devendo um review aqui pra vocês. As fotos, todavia, estão todas no Flickr, e um vídeo já está no forno. Pois bem… aproveitando a apresentação oficial do Windows Phone 7 no país, eis um resumo com os pontos mais interessantes do novo sistema durante minha experiência:
Impressões gerais
1. Tela: grande, brilhante e com o melhor touchscreen que já tive a oportunidade de manusear. Sem exageros.
2. Design e experiência: os habituais detratores de todos os OS que não são iOS terão que morder a língua. A interface é linda, super intuitiva e bem original. Um detalhe que ganhou destaque no “teste de mãe”: o tamanho das fontes. Se ela não tivesse me chamado a atenção, talvez eu nem tivesse notado, já que de perto tenho visão perfeita. Mas é fato: é o OS com melhor legibilidade hoje, para felicidade dos hipermétropes.
3. Multitarefa: apertando e segurando o botão voltar, abrem-se as janelinhas dos aplicativos abertos, bastando selecionar uma para alternar entre eles. O ambiente multitarefa lembra bastante o sistema de “cards” do webOS.
4. Copiar/colar: basta selecionar o trecho desejado para copiar e salvar na área de transferência. Depois, surge um ícone com o símbolo de “colar” na área do teclado. Um detalhe interessante: ao selecionar uma palavra qualquer, e clicar o botão da lupa, abre-se automaticamente a busca no Bing.
5. Intuitividade: não há mistério. A tela principal é essa com os blocos dinâmicos (“tiles”), esses pequenos quadradinhos com status do celular, mensagens, notificações e atalhos para os aplicativos favoritos. A seta no topo superior direito leva ao rol completo dos aplicativos do aparelho, tanto os nativos quanto os comprados. Em formato de lista. Mais clean e objetivo, impossível.
6. O botão físico da câmera a ativa mesmo com o aparelho bloqueado. Com isso, ganham-se aqueles preciosos segundos que fazem a maior diferença na hora em que seu filho pequeno aprende uma gracinha nova. A demora no acionamento da câmera é uma das coisas que mais me irritam no iOS e Android.
7. Experiência de browser: o Internet Explorer suportará o mesmo procesamento gráfico do Internet Explorer do PC, com HTML5.
8. Indo além do browser: Serviços Windows Live já virão nativamente integrados a todo o ecossistema do aparelho, bem como redes sociais. Assim, ele já vem pronto pra rodar Facebook, Linkedin, Skype, Twitter, Messenger, Skydrive, Hotmail, Office etc.
9. Contatos: já dentro da nova era do social, agrega-se no cartão de contato, bem como seu telefone, endereço, email, etc., seus úlitmos posts, fotos, tuítes etc. Entendo que para muitos usuários isso é um fator de amor ou ódio, mas não há mais como voltar no tempo, esse é o mundo digital contemporâneo. O lado bom da história é que, dentro do aparelho, pode-se criar grupos de contatos: assim, você pode pode ver as atualizações só dos membros de certo grupo, ou mesmo trocar emails e mensagens com todos juntos.
10. Emails: organizadas por conversação, inbox único, sinalização ou remoção múltiplas. Fontes enoooormes. Os pobres usuários sem visão privilegiada agradecem.
11. Calendário multi-ambiente: agenda do Outlook, calendários assinados, Exchange, Windows Live.
12. Para quem um bom pacote Office é primordial: uma tela home com acesso a docuentos recentes, não importa onde esteja, inclusive na nuvem. Inclusive documentos colaborativos no Sharepoint.
13. Skydrive: é o Dropbox da Microsoft, só que com 25 GB de armazanamento na nuvem. Ótima pedida para usuários de Windows PC + Windows Phone. Acessa-se álbuns de fotos inclusive, com tags, slideshow, informações da imagem e possibilidade de compartilhamento imediato em redes sociais.
14. Bing, busca e mapas: mapas integrados com pontos de interesse ao redor, fixar favoritos e salvar no histórico. Integração de aplicativos de 3os, como IMDB nas recomendações de cinemas e filmes no Bing. Contudo, a integração com mapas brasileiros ainda não está pronta, e esse é também um dos motivos do Windows Phone 7 ainda não estar em nossas lojas.
15. Bing Vision: escanear capas de livros, CDs, DVDs, etc e conexão com avaliações de usuários, buscas na web e até busca dentro de apps de 3os, como o Kindle. É a versão MS do Google Goggles.
16. Jogos: aqui a Microsoft vai arrebentar. Primeiro, por causa da integração com Xbox Live, com avatar incorporado ao game score. Segundo pelo hardware poderoso: um bom processamento gráfico é pré-requisito da MS com todas as fabricantes. Terceiro pela parceria com desenvolvedores dispostos a levar a experiência do Xbox ao mobile.
17. Marketplace: a versão da loja de aplicativos aqui no Brasil é a mesma mundialmente. Não há restrição territorial, a não ser que o desenvolvedor não queira que seu app esteja disponível em certos países. Quanto aos jogos: sim, eles funcionarão aqui. A Microsoft incorporou o sistema de classificação etária que a Apple tanto reclamou com a justiça brasileira.
18. Câmera, fotos e vídeo: Especificamente falando do Trophy, presumo que os Windows Phone 7 não virão sem filmar em HD, nem fazer fotos abaixo de 5 MP. O Trophy tem 5 MP, autofoco e led-flash. O 8GB de armazenamento interno também deverão ser a capacidade de armazenamento mínima. Contudo, a ausência de uma porta HDMI é sentida num sistema que prioriza jogos e filmes. O Trophy não é um Windows Phone 7 considerado top de linha, como o HTC HD7 ou o Samsung Focus. Este modelo não possui câmera frontal, portanto, também não foi possível testar videochamadas.
19. Bateria: O Trophy não brilhou exatamente nesse quesito, mas até que se saiu bem diante dos iPhones e Androids mais gastões. Para os tecnotarados que ficam 24h por dia conectados, é um alento chegar ao fim do dia ao menos com um pouco de carga. Razoável para sustentar uma telona de 3.8″ WVGA, processador de 1GHz, wifi, GPS e bluetooth. Espero que, com as atualizações no sistema, a autonomia também saia ganhando.
20. O melhor de todos esses 20 tópicos: a atualização do sistema é global, sem fragmentação. As configurações de hardware são pré-requisito da Microsoft, e cada fabricante faz seu dispositivo seguindo as exigências. Isso gera um lado positivo e outro negativo. Do lado bom, todo usuário tem direito aos upgrades, independente de marca ou operadora. A diferença no lançamento de cada marca pode variar um pouco, mas a Microsoft assentiu que é prioridade máxima que todos as recebam. Do lado ruim, sem a fragmentação, é impossível o lançamento de Windows Phones de baixo custo, com telas menores, de resolução mais baixa, processador mais fraco, etc.
Customizações
As fabricantes e operadoras podem customizar o sistema operacional, como já acontece com outras plataformas, como o Android. A fabricante dá uma espécie de identidade, para deixar sua família de aparelhos com a mesma “cara”. Pelo menos com o HTC que testei, a customização foi bem discreta, com um “tile” na tela principal. Operadoras podem fazer o mesmo, e confesso que não curto muito, já algumas tem o costume de tirar coisas boas e encher de tralhaware, que não podem removidos.
De longe, os aparelhos parecem ter a mesma “cara” de Windows Phone. O Trophy é grande e relativamente pesado (140g), mas sua tela compensa. Ele possui leds de notificação na porção superior direita, para carregar bateria e avisar a chegada de mensagens. Ele pisca discretamente a cada 2 segundos quando há chamadas perdidas.
Conclusão
Eu passei os 15 dias de teste com um HTC Trophy sem o Mango. Portanto, como basicamente meus pontos negativos foram solucionados, a análise ficou com um viés positivo. Mas na época não o usei como aparelho de trabalho no dia-a-dia. A primeira versão do Windows Phone 7 estava muito limitada em termos de produtividade. Também haviam poucos apps, mas a loja ficou bem mais fornida de lá pra cá.
Terei um com Mango em mãos assim que ele estiver disponível, e novos 15 dias de teste certamente resultarão num parecer mais sólido. Nesse meio tempo, vejam a galeria completa de fotos do Trophy no meu Flickr. Deixem suas dúvidas aqui nos comentários que eu responderei a todas; as que não conseguir, enviarei ao suporte técnico da Microsoft. E por fim, aguardem mais um pouquinho pelo meu vídeo.
Se eu compraria um Windows Phone 7? Bem, já estou atrás do meu!! Pensei seriamente em comprar um na minha última viagem ao exterior, mas fiquei com receio de não ter atualizações disponíveis no Brasil, ou no meu aparelho especificamente. Como os updates serão universais, eu até poderia já estar com o meu, comprado fora, que estaria apta a receber os updates.
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